Venda de casas em Espanha caiu 35% em Julho

segunda-feira, 12 de Setembro de 2011 | 08:38
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A venda de casas em Espanha cifrou-se em 28.391 imóveis em julho, menos 34,8% do que em igual mês do ano passado, indicou esta segunda-feira o Instituto Nacional de Estatística espanhol.

Esta foi o quinto mês consecutivo de quebra no mercado imobiliário do país vizinho.

Na semana passada, o Ministério do Fomento espanhol havia anunciado que as vendas de casas tinham recuado 40,8% no segundo trimestre.

Então, o ministério atribuiu o decréscimo nas vendas ao aumento do IVA, que entrou em vigor em julho do ano passado, o que terá levado a uma maior concentração de transações no mercado imobiliário entre maio e junho de 2010.


 

Niterói passa por novo e forte ritmo de expansão

Rio – A 21 quilômetros do Centro do Rio e preservando o clima de cidade do interior, com alta gama de comércio e serviços, além de visual de tirar o fôlego, Niterói vem conquistando, mais uma vez, destaque no mercado imobiliário. A cidade virou motivo de cobiça para empresários do segmento e moradores da região, que não querem abrir mão da alta qualidade de vida do lugar.

Em apenas três anos, foram quase 90 empreendimentos, com nove mil unidades ao todo. Este ano, até julho, mais de 4.500 unidades foram lançadas. “Desde 2007, Niterói ressurgiu com lançamentos novos e também com novas sacadas, como o Jardim Icaraí, um novo bairro, que era parte de Icaraí”, explica Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).

Para ele, com a exaustão da cidade do Rio, as construtoras começaram a ver que Niterói oferecia ainda boas oportunidades. E com o metro quadrado custando um quatro do preço da Zona Sul do Rio de Janeiro.

Diretor Superintendente da Patrimóvel-Niterói, Bruno Serpa aponta a Região Oceânica, Pendotiba e Charitas como os bairros de maior expansão. Segundo ele, o mercado imobiliário de Niterói teve uma valorização acumulada que chegou, em algumas regiões, a 75% nos últimos cinco anos. Icaraí e Charitas lideram esse ranking.

Mas, segundo Paulo Fabbriani, a boa fase tem data para acabar. “Niterói está chegando a seu limite e, se mantida a alta pressão de demanda por moradia, a tendência para os próximos três anos é a de supervalorização”, avalia.

Estilo residencial clube é tendência

Assim como a Barra, Niterói vem recebendo empreendimentos no conceito residencial clube. Condomínio de médio a alto padrão, com lazer completo, segurança e arquitetura moderna estão fazendo a cabeça dos moradores.

A Brookfield prevê lançar, já em novembro, o segundo empreendimento na região nesse estilo. Será no bairro de Santa Rosa.

A bola da vez

Na gangorra dos investimentos, os ativos imobiliários ganham espaço e disparam na preferência dos investidores como forma de fazer hedge, protegendo-se diante das instabilidades. A construção imobiliária, uma vez mais, repete sua história de ser uma saudável alternativa para diversificação de ativos em tempo de crise econômica. Sendo assim, investidores qualificados têm sido levados a optarem por alternativas mais conservadoras e com menor volatilidade. Resultado: o mercado de imóveis protagoniza crescimento significativo, com preços de venda muito acima da inflação e com fôlego suficiente para se desenvolver embalado, principalmente, pela oferta de financiamento.

Contudo, a participação em empreendimentos imobiliários na condição de investidores e parceiros do empreendedor, se por um lado pode significar remuneração de capital compatível com a tomada do risco, por outro pode resultar em um investimento mal-sucedido. Nesse passo, é imprescindível o acompanhamento técnico da inversão para identificar e quantificar estimativas das várias oportunidades de negócios na construção imobiliária que sejam representadas por empreendimentos com a rentabilidade e liquidez esperadas. Para isso, os projetos que irão receber esses investimentos necessitam passar por rigorosos procedimentos de avaliação, com utilização de métodos e premissas que relacionem a análise do risco com a análise de sensibilidade, cenários e simulações.

A complexidade técnica é inerente a esse tipo de investimento. A certificação das informações apuradas pelo empreendedor pressupõe conhecimentos de engenharia financeira, técnicas construtivas e marketing imobiliário. O grande desafio para o investidor está na tarefa de tomar decisão por um ou por outro projeto, a partir da análise do ponto de equilíbrio, do custo do capital e da taxa requerida por ele, investidor, para aceitar o projeto. Portanto, é preciso estar preparado para, primeiro, definir o nível de risco do projeto e, depois, obter o seu custo de capital correspondente, para verificar a viabilidade de sua implementação. Assim é que empresas ou profissionais experientes para atuar como analistas de investimento na construção imobiliária devem ser chamados a ter uma efetiva participação no processo, sem euforia desmedida, mas com muita racionalidade.

Engenheiro civil e MBA pela FGV

JMNews.com.br / Espaço Público / Conselho da Comunidade

Ponta Grossa é portadora de avanços recentes trazidos pela iniciativa privada, um tempo em que franquias e empresas de renome internacional, aqui depositam credibilidade e se estabelecem. Época em que o mercado imobiliário pujante espalha a cidade e notícias diárias de investimentos mostram que, de fato, o dinheiro está vindo para cá. Somos cidade madura e referência da região, indústrias que fortalecem a economia, temos a Justiça e Polícia Federal, entre outros braços do Estado. Contudo, possui mazelas que não foram superadas, certamente por falta competência do Poder Público Municipal. A cidade aniversaria ainda com sérios problemas que diminuem a alegria de quem aqui vive, como a falta de arborização, trânsito caótico, sujeira nas ruas, falta de infraestrutura e serviços essenciais, decorrentes de administrações que parecem se auto-sabotarem, nos trazendo a convivência com obscenas contradições, apesar de o município possuir um dos maiores valores de PIB do Paraná. Cenários como o recente afastamento forçado do Secretário de Saúde, refletem a qualidade da gerência com nossas primordiais necessidades. Tantos problemas têm, por exemplo, mobilizado a sociedade civil e o empresariado a se unirem, para cobrarem e defenderem os interesses de todos. Movimentos que aumentam lentamente a consciência cívica e política. A conversão desta consciência em ferramenta capaz de elegermos melhores representantes, capazes de resolverem estes sérios paradoxos, trazendo as mudanças reclamadas que Ponta Grossa merece, no alto de seus 188 anos, nos dá a esperança de que estamos buscando impulso, para então superarmos os problemas trazidos por tempos de retrocesso.

Modernidade e sustentabilidade atraem novos proprietários no ES

Empresário espera prédio sustentável para 2012. (Foto: Darshany Loyola/G1 ES)Empresário espera prédio sustentável para 2012.
(Foto: Darshany Loyola/G1 ES)

A procura por moradias que unem modernidade e sustentabilidade tem sido cada vez mais comum no mercado imobiliário. De acordo com o arquiteto Flávio Zamborlini, muitos futuros proprietários buscam, além da qualidade do imóvel, a preservação do meio ambiente. “Há uma grande procura para este tipo de imóvel. Cada dia aumenta mais”, diz Zamborlini. “As pessoas procuram economia para si mesmas e, ao mesmo tempo, vantagens para o meio ambiente”, afirma o arquiteto.

Este é o caso do empresário André Rato, de 41 anos, que há um ano fechou negócio com uma construtora e adquiriu um apartamento no edifício Rio Grande, no bairro Mata da Praia, em Vitória. O imóvel, além de ser um empreendimento de luxo com alto padrão de acabamento, oferece medidas sustentáveis que fazem a diferença para o dono e para a conscientização da preservação do meio ambiente.

“Eu sempre busquei um apartamento confortável com bom padrão de acabamento, visando o lado sustentável para economizar energia e água”, afirma Rato. E é isso que o empresário espera da nova residência, que promete ter aquecimento solar, para evitar o consumo de energia elétrica em chuveiros e torneiras, e armazenamento de água das chuvas, que evita o desperdício reutilizando a água em atividades comuns no condomínio – como molhar as plantas do jardim.

Empresário já mora em um prédio onde existe aquecimento solar. Nova moradia vai aprimorar o recurso. (Foto: Darshany Loyola/G1 ES)Empresário já mora em um prédio onde existe aquecimento solar. Nova moradia vai aprimorar o recurso. (Foto: Darshany Loyola/G1 ES)

Para o empresário, a qualidade unida à sustentabilidade influenciaram a decisão final de comprar o apartamento. “Além de todos os recursos, a gente acaba economizando e ajudando a natureza”, diz. Rato conta que, atualmente, mora em um prédio construído também pela mesma empresa e que já possui alguns recursos sustentáveis. “As torneiras funcionam com água aquecida pelo sol, sem gasto nenhum, e a limpeza do prédio é toda feita com água reaproveitável”, afirma. Outro detalhe que acabou ajudando na decisão da compra do novo lar.

O novo prédio em que o empresário vai morar, previsto para ser entregue em 2012, ainda conta com sensor de presença em todos os corredores e áreas escuras, a fim de economizar energia, uma vez que acende somente quando existe alguém no local. Outro recurso será o de reaproveitamento de águas cinzas, ou seja, as águas das torneiras e chuveiros são armazenadas, tratadas e reutilizadas nas áreas comuns do condomínio para lavagem das garagens, do térreo e de outros locais da área externa.

Rato acredita que o Espírito Santo está à frente de outras regiões no quesito sustentabilidade. “Tenho uma irmã que mora em São Paulo. O condomínio onde ela mora é novo, e não tem nada disso”, declara.

Sistema reaproveita água da chuva em atividades comuns no condomínio. (Foto: Darshany Loyola/G1 ES)Sistema reaproveita água da chuva em atividades comuns no condomínio. (Foto: Darshany Loyola/G1 ES)